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  • O Alentejo 2020 já apoiou  1 647 estudantes apoiados nos  Cursos Técnicos Superiores Profissionais?
  • 102 empresas já foram apoiadas em inovação  produtiva para a criação de novos produtos,  processos e sistemas de combate à COVID-19?
  • Já beneficiaram dos fundos europeus 569  empresas, com o apoio do Alentejo 2020?
  • 203 habitações em áreas urbanas já foram  reabilitadas com o apoio do Alentejo 2020?
  • O Alentejo 2020 já  apoiou 159 209 m2  de criação ou reabilitação urbana?
  • O Alentejo 2020  já apoiou 11 708  participantes em ações de trabalho  socialmente necessário?
  • 18 134 equipamentos informáticos foram  atribuídos a escolas e cedidos a alunos  carenciados, com o apoio do Alentejo 2020?
  • O Alentejo 2020 já beneficiou 13 303  crianças, através do apoio a infraestruturas de  acolhimento de crianças ou de educação?
  • O Alentejo 2020 já apoiou 125 equipamentos sociais e de saúde?
  • O Alentejo 2020 já apoiou 4665 candidaturas?

O impacto da pandemia no 8º Relatório sobre a Coesão

A par com a realização do 8º Fórum de Coesão, a Comissão Europeia disponibilizou o 8.º Relatório sobre a Coesão, apresentando uma primeira imagem do impacto da pandemia de coronavírus a nível regional, bem como tendências positivas e negativas nas regiões, nos municípios e nas zonas rurais da União europeia (UE).

O Relatório avalia a coesão económica, social e territorial na UE e mostra que as regiões menos desenvolvidas têm vindo a recuperar o atraso, mas que muitas regiões em transição ficaram presas numa armadilha para o desenvolvimento. Além disso, a crescente clivagem em matéria de inovação tornará mais difícil para ambos os tipos de regiões recuperar o atraso.

A nível da UE, as taxas de emprego são agora mais elevadas do que antes da crise económica de 2008, mas as disparidades regionais continuam a ser superiores ao seu nível anterior à crise.

As alterações demográficas afetarão todas as regiões nas próximas décadas. As regiões terão de se adaptar a uma mão de obra em declínio e a um corpo estudantil em declínio e a uma população em crescimento com 65 anos ou mais.

A consolidação orçamental após a crise de 2008 reduziu o investimento público e ainda não recuperou os seus níveis anteriores à crise. Consequentemente, o financiamento da política de coesão tornou-se cada vez mais importante, passando do equivalente a 34 % para 51 % do investimento público entre os períodos 2007-2013 e 2014-2020.

O Relatório salienta que as transições ecológica e digital serão motores fundamentais do crescimento da UE, mas defende que, sem uma ação política adequada, poderão surgir novas disparidades económicas, sociais e territoriais.

O documento lança ainda uma reflexão sobre a forma como a política de coesão deve evoluir para responder a estes desafios.

Consulte AQUI:

8º Relatório sobre a Coesão – Coesão na Europa no Horizonte 2050

 

Fonte: CE

 

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