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Alentejo 2020 apoia UÉ na contratação de doutorados e mestres para unidades de I&D

A Universidade de Évora (UÉ) vai receber quase 2,4 milhões de euros de apoios da União Europeia, através do Programa Operacional Alentejo 2020, para contratar 19 doutorados e seis mestres para 13 das suas unidades de Investigação e Desenvolvimento (I&D).

Estas contratações de investigadores enquadram-se numa candidatura ao Alentejo 2020 submetida pela Universidade de Évora (UÉ), designada RH-VITA Recursos Humanos para a Valorização, Inovação e Transferência de Tecnologia no Alentejo.

“A candidatura envolve o custo elegível de 2.809.203,28 euros”, com uma comparticipação de 85% de apoios comunitários do Fundo Social Europeu, o que corresponde a quase 2,4 milhões de euros, segundo a Universidade de Évora.

Os termos de aceitação do contrato, no âmbito do Aviso de concurso aberto pelo Alentejo 2020 para a “Contratação de Recursos Humanos Altamente Qualificados – Instituições de Interface/Infraestruturas Tecnológicas”, já foram assinados pela academia e pela Autoridade de Gestão do Programa Operacional Regional.

A Universidade de Évora pretende “contribuir para o desenvolvimento do território e para a qualificação de recursos humanos, reforçando a inovação do tecido económico nacional através da oferta de novos produtos e serviços e de novas empresas e empreendedores”, disse a instituição, em comunicado.

De acordo com a academia, o objetivo é também estimular “uma mais eficaz articulação com as empresas” e promover “o cruzamento do ecossistema empresarial com as infraestruturas de I&D”.

O presidente da Autoridade de Gestão do Alentejo 2020 e da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), Roberto Grilo, salientou que esta parceria com a UÉ assenta “na seriedade” e tem “objetivos reais para o desenvolvimento regional”.

“A Universidade de Évora tem um papel insubstituível na região Alentejo”, que não seria “a mesma” sem esta instituição, dada a sua “capacidade científica e tecnológica, transferência de conhecimento e proximidade com a comunidade”, salientou o responsável.

O Alentejo “atravessa dificuldades”, nomeadamente demográficas, agravadas pela pandemia, mas o “emprego qualificado e o emprego científico” são um dos mecanismos para preparar o futuro, defendeu o presidente da CCDR, que lembrou que a região tem infraestruturas “de referência nacional e internacional, que oferecem muitas oportunidades”, como o Alqueva, o porto de Sines ou a ferrovia.

Os doutorados e mestrados que vierem a ser contratados vão exercer atividades em centros como o MARE – Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, CIEMAR – Laboratório de Ciências do Mar, MED – Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas, ICT – Instituto de Ciências da Terra ou CILIFO – Polo do Centro de Investigação e Luta contra Incêndios Florestais.

As outras unidades são o Laboratório HERCULES, CHRC – Health Research Centre, REQUIMTE, as cátedras de Biodiversidade e das Energias Renováveis, BigDATA, GAITEC – Gabinete de apoio à Inovação, Transferência, Empreendedorismo e Cooperação e o Hospital Veterinário.

 

 

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